MULHERES QUE CORREM COM OS LOBOS – A Ressurreição da Mulher Selvagem – Comentários Gláucia Carneiro

MULHERES QUE CORREM COM OS LOBOS – A Ressurreição da Mulher Selvagem

por Gláucia da Silva, sexta, 5 de agosto de 2011 às 14:03

CAPÍTULO 01

                                                   O UIVO

A RESSURREIÇÃO DA MULHER SELVAGEM

                                   LA LOBA, A MULHER LOBO

Houve um dia em minha vida em que pensei exatamente como a letra dessa música.

Cada vez que eu escutava a música, eu era tomada de tanta dor, tanta lembrança, tanto choro, tanta saudade, nem sei de onde, nem sei de quem.

Mas nunca em toda minha vida conheci alguém que desse tal referência, que me conduzisse a tais sentimentos.

Cheguei a me enganar e acreditar na tal encarnação, reencarnação, depois de muito estudo e pesquisa, vi que tudo não passava de mera enganação.

Um só Senhor, uma só fé, um só batismo;Efésios 4:5

Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação;Efésios 4:4

Um só corpo, um só espírito, uma só alma, uma só FÉ, uma só esperança; uma única ligação e eterna, não tem como trocar de lugar, brincar de casinha, como enganam no vodu.

Depois, quando não acreditava mais em reencarnação, eu pensava que deixei alguém por aí no espaço sideral, alguém que eu amei muito e por quem fui muito amada.

Outra loucura, não existem extraterrestres, o único planeta habitável é esse, na realidade nunca creditei mesmo que existisse algum tipo de vida fora deste planeta.

Mas acredito nas dimensões paralelas, na teoria do espaço sobre o tempo, que sobre um ponto passam n retas. Acredito na Física Quântica.

Acredito quem em um desses universos paralelos eu amei e fui amada. A música, quando eu ouvia me levava direto para lá.

A música e a dança me leva a transcender de mim mesma, me levava; por isso eu amava tanto dançar e cantar, quanto eu fazia isso, eu não estava mais aqui na terra.

Um Dia, Um Adeus

Guilherme Arantes

Composição: Guilherme Arantes

Só você prá dar

A minha vida direção

O tom, a cor

Me fez voltar a ver a luz

Estrela no deserto a me guiar

Farol no mar, da incerteza…

Um dia um adeus

E eu indo embora

Quanta loucura

Por tão pouca aventura…

Agora entendo

Que andei perdido

O que é que eu faço

Prá você me perdoar…

Ah! que bom seria

Se eu pudesse te abraçar

Beijar, sentir

Como a primeira vez

Te dar o carinho

Que você merece ter

E eu sei te amar

Como ninguém mais…

Ninguém mais

Como ninguém

Jamais te amou

Ninguém jamais te amou

Te amou…

Ninguém mais

Como ninguém

Jamais te amou

Ninguém jamais te amou

Como eu, como eu…

“…o velho pai Academus, como Cronos, ainda tem uma tendência a devorar os filhos antes que eles comecem a curar ou a surpreender.”

Interessante esta observação que ela faz, eu não sabia disso, estudei mitologia, mas não estudei isso.

Existem muitos Academus e Cronos por aí devorando aqueles que conseguem curar e os que têm a capacidade de surpreender.

Na humanidade existe um temor ao fato de ser surpreendida, por isso a ansiedade é a doença que mais afeta as pessoas na atualidade.

A autora fala da velha mulher que sai procurando velhos ossos de lobos que foram mortos, assassinados, extintos.

Ela os cata, um a um, junta-os, leva-os a uma caverna cheia de ossos. Lá ela forma o esqueleto do lobo no chão; não pode faltar nenhum osso, por isso ela é a caçadora de ossos.

Quando o esqueleto está pronto. Ela contempla e começa a cantar, mas não é qualquer canção, ela é tomada por uma canção, enquanto ela entoa tal canção, aqueles ossos se enchem de carne, ressuscitando.

O lobo se levanta e sai correndo da caverna, ao descer da montanha se transforma em uma bela mulher.

   Ezequiel 37 01/10

Veio sobre mim a mão do SENHOR, e ele me fez sair no Espírito do SENHOR, e me pôs no meio de um vale que estava cheio de ossos.

E me fez passar em volta deles; e eis que eram mui numerosos sobre a face do vale, e eis que estavam sequíssimos.

E me disse: Filho do homem, porventura viverão estes ossos? E eu disse: Senhor DEUS, tu o sabes.

Então me disse: Profetiza sobre estes ossos, e dize-lhes: Ossos secos, ouvi a palavra do SENHOR.

Assim diz o Senhor DEUS a estes ossos: Eis que farei entrar em vós o espírito, e vivereis.

E porei nervos sobre vós e farei crescer carne sobre vós, e sobre vós estenderei pele, e porei em vós o espírito, e vivereis, e sabereis que eu sou o SENHOR.

Então profetizei como se me deu ordem. E houve um ruído, enquanto eu profetizava; e eis que se fez um rebuliço, e os ossos se achegaram, cada osso ao seu osso.

E olhei, e eis que vieram nervos sobre eles, e cresceu a carne, e estendeu-se a pele sobre eles por cima; mas não havia neles espírito.

E ele me disse: Profetiza ao espírito, profetiza, ó filho do homem, e dize ao espírito: Assim diz o Senhor DEUS: Vem dos quatro ventos, ó espírito, e assopra sobre estes mortos, para que vivam.

E profetizei como ele me deu ordem; então o espírito entrou neles, e viveram, e se puseram em pé, um exército grande em extremo.

Enquanto leio sobre o canto da velha Mulher Lobo, me lembro detalhadamente de Ezequiel no Vale de Ossos Secos, do Senhor dando uma ordem para ele profetizar.

“Se cantarmos a canção, poderemos conclamar os restos psíquicos do espírito da mulher selvagem e trazê-la de volta à forma vital com nosso canto.”

Quando eu cantava, eu me sentia viva, em contato direto com todo o universo. A música morreu para mim.

“Cantar significa usar a voz da alma.”

“Significa sussurrar a verdade do poder e da necessidade de cada um, soprar alma sobre aquilo que está doente ou precisando de restauração.”

Minha alma se calou, está em silêncio. Meu canto se calou.

“Isso se realiza por meio de um mergulho no ponto mais profundo do amor e do sofrimento até que o desejo de vínculo com o self selvagem transborde, e em seguida com a expressão da nossa alma, a partir desse estado de espírito… isso é cantar sobre os ossos.”

“Não cometer o erro de tentar extrair esse imenso sentimento de amor de algum ser amado, pois essa é uma função feminina de descobrir e cantar o HINO DA CRIAÇÃO é um trabalho solitário, um trabalho realizado no deserto da psique.”

“Osso a osso, fio a fio de cabelo, a Mulher Selvagem vem voltando. Através de sonhos noturnos, de acontecimentos mal compreendidos e parcialmente esquecidos, a Mulher Selvagem vem chegando. Ela volta através da histórias”

Estou voltando através dos livros e vou chegar em uma canção.

Me sinto como o feixe de ossos que ela descreve, só que gorda. Estou completamente perdida em algum ponto num deserto que se tornou minha vida, eu mesma.

Me tornei um esqueleto desmantelado que jaz debaixo da areia do dia 08/-01/2007, foi nesse dia que morri. NÃO FOI.

Ainda me lembro do barulho  de ossos caindo no chão, não sei ao certo em que ano foi, 2000, 2001… quando comecei a morrei, mas o barulho do esqueleto se desmontando eu nunca vou me esquecer.

Eu estava ouvindo um programa de rádio, que passava quase meia-noite, chamado “Virando a Noite”, quando ouvi o barulho, olhei pra trás e não vi nada.

É como se a areia da vida, o relógio de areia do tempo tivesse acabado para mim, eu me vendo como um saco de ossos, eu enterrada ali naquele deserto.

Aconteceram muitas coisas que me mataram, mas o que deu o golpe fatal foi o exame de DNA.

”Antigos anatomistas concluíram que o ouvido deveria funcionar em 3 níveis diferentes:

I-Para conversas rotineiras da vida

II-Dedicado à aprendizagem e à arte

III-Para que a própria alma pudesse ouvir as orientações e adquirir conhecimento enquanto estivesse aqui na terra.”

O meu ouvido sempre funcionou destas 3 formas e até mais, minha audição é acima do normal, pelo menos era.

Amo uma conversa rotineira, jogar conversa fora, falar somente pelo prazer de falar.

Aprendo muito ouvindo, como diz a Bíblia rápido no ouvir, e anoto tudo o que ouço e considero interessante, ex: “Acredito que tudo está a minha volta, mas escondido dos meus pensamentos.” Uma fala do filme “O Santo” com Val Kilmmer. Amo arte.

A minha alma ouvia as orientações enviadas pelo meu espírito, mas entrou em silêncio por causa das sombras.

Meus ossos, fios de cabelos desbotados, sem cor, Minha Mulher Selvagem vem voltando.

Chegou no sonho em que me perdi de mim mesma, se não fosse eu mesma pequenina, nem sei como teria me encontrado.

Vieram os acontecimentos de amizades que nunca existiram, fatos esquecidos que foram relembrados.

Minha Mulher Selvagem chegou voltou através das histórias que encontrei “Relendo Antigas Agendas”.

Recomeço minha história ”como um feixe” de ossos perdida em algum ponto num deserto; um esqueleto desmantelado que jaz debaixo da areia desde o dia 08/01/2007.

Era assim que eu pensava e estava errada até na data que eu colocava sempre dia 07/01 e não o dia certo. Errei em tudo, minha memória até apagou o dia.

Mas Relendo as Antigas Agendas Encontrei registros de antes e depois da cirurgia; ocorreu tudo bem, nada traumático.

A cirurgia foi uma surpresa; o pós-cirúrgico foi sem traumas e depois foi tudo tranqüilo.

“É nossa responsabilidade recuperar suas partes.”

“Trata-se de um processo laborioso que é melhor executado quando as sombras estão exatamente numa certa posição, porque exige muita atenção.”

O que me matou, eu tinha que descobrir, mas uma sombra ocultava minha visão, cobria a luz do sol, me impedindo de ver.

Eu só via a data da cirurgia, e Relendo as Antigas Agendas não era verdade, eu sobrevivi com bravura àquele dia.

Os médicos disseram que eu não voltaria a ver, a enxergar, que a perda da visão era para sempre, eu sorria e dizia para todos que minha visão voltaria em breve e voltou; porque eu voltei da cirurgia cheia de vida e não morta.

“Esse cuento milagro, um conto de mistério, La Loba, nos mostra o que pode  dar certo para a alma. É um conto de ressurreição acerca do vínculo do mundo subterrâneo com a Mulher Selvagem.”

Me vendo como um feixe de ossos perdido enterrado em algum ponto num deserto; um esqueleto desmantelado jazendo debaixo da areia.

Me vendo assim como um saco de ossos perdida, no meio do nada.

Enterrada no deserto, encoberta pelas sobras, oculta por elas.

Me senti terrível, horrível, mas no deserto há meio-dia, e ao meio-dia não há sombras e me lembrei de uma palavra que o Senhor Deus me deu e está no livro de Isaías 58:10 …  então a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio-dia.

Me lembrei do que me matou, do golpe certeiro que me cobriu de sombras, o exame de DNA feito em 2007, depois da cirurgia, no mês de maio. O segundo exame de DNA das gêmeas.

Comecei a ser morta por esta sombra em 2004, quando foi feito o primeiro exame de DNA, que eu disse que não faria.

Quem anda comigo e vive comigo e não aprende a me conhecer, perde o direito a tal.

Uma Sombra que deixei entrar em minha vida nem sei em que data ao certo. Uma Sombra cheia de sombras, sem personalidade definida, mas com nome e sobrenome.

Uma Sombra omissa, que omite nomes e fatos, que nega coisas, pessoas. Uma Sombra acompanhada de muitas sombras, formando todas juntas um conjunto de SOMBRAS TENEBROSAS.

Permite que essas sombras entrassem mesmo sabendo que eram traiçoeiras, mentirosas.

Quando percebi havia uma mulher grávida da Sombra, mais uma Sombra, assombrando em todas as direções; exigindo que assumisse a paternidade. A Sombra disse que não era dele, falei que fizesse DNA.

Cometi um crime contra a Sombra,engravidei da Sombra, que exigiu uma escolha, coloquei a Sombra pra fora, todas elas, pois uma das sombras tentou me furar com uma tesoura, bem acima da minha barriga de 7 meses de gestação das gêmeas.

Tirei todas as Sombras Tenebrosas de perto de mim, todas; isolei todas.

Mas as sombras sempre estão espreitando, cercando, investigando, pra saber da minha vida.

Me divirto muito vendo as  Sombras me espreitarem, me cercarem, não podem me atingir, são apenas SOMBRAS TENEBROSAS.

Mas em 2004 minha caprichosa filha resolve querer ter o papai Sombra por perto, exatamente 15 anos.

Justiça, audiência, Sombra quer DNA.

Foi o pior dia da minha vida, o dia do exame de  DNA; foi o dia em que o Sombra começou a tirar a minha vida, a minha alegria, elas eram a minha alegria, as gêmeas, somente minha.

Que ironia de via, ou quão irônica é a vida… Reler Antigas Agendas me deu um   Insight, um up, que decidi até mudar de ap. do 105 para o 103; e nessa mudança, na arrumação dos papéis… eis o que eu encontrei: a data exata do 1º exame fatídico de DNA, dia 26/06/2003, eu nem sabia que vira outro depois deste.

Sai o exame de DNA, Sombra não se conforma, ele não aceita, não pode ser o pai de duas criaturas tão maravilhosas,; afinal ele é só uma Sombra e faz parte das Sombras Tenebrosas… E as meninas brilham como o sol.

Em maio de 2007, depois de 3 anos de perseguição das Sombras Tenebrosas… Sombra consegue outro exame de DNA.

Literalmente me vampirizou, tirou meu sangue, tirou minha vida de mim. Se alimentando dele, me dizendo horrores… cobriu meu sol.

Me vi andando a ermo, perdida, dando voltas, sem direção, enfraquecida, vulnerável.

Perdia noção, não consegui mais lidar com as guerras diárias que eu era tão habituada a travar, adestrada para a batalha.

Não consegui mais guerrear, fui alvejada e afastada literalmente do campo de batalha.

Atingida, ferida e ofuscada pela Sombra, sem direção, sem saber para onde ir, me vi perdida no ermo deserto, cercada de Sombras Tenebrosas, que eu n ao identificava nem sabia que eram.

Fui morrendo aos poucos, de junho de 2006 até maio de 2007, fui definhando até me tornar “ um feixe de ossos perdido em algum ponto num deserto, um esqueleto desmantelado que jaz (morto) debaixo da areia”.

Mas o meu nome Gláucia significa flor que nasce  no deserto da América Latina. Fiz meu dever de casa, uma pesquisa antiga; e como uma flor que brota no deserto da América Latina, os Gláucias são sacerdotes de uma linhagem das Américas.

“La Loba… é um canto de ressurreição acerca de um vínculo do mundo subterrâneo com a Mulher Selvagem.”

Tenho estes vínculos, meus ossos estão enterrados num ermo deserto, mas eu sou uma flor que brota no deserto por ter um vínculo com o mundo subterrâneo do deserto com os “Gláucias”, iniciados do deserto, sacerdotes do deserto.

Assim ressuscito, renasço das chamas, nas chamas ardentes do sol quente do deserto.

Não renasço das cinzas, não há cinzas no deserto, elas se misturam com a areia, e se perdem;  mas há um sol escaldante, que na verdade ajuda essa flor a reviver.

As Sombras Tenebrosas trazem o esquecimento, mas aliviam o calor do sol, quando é intenso; nesse tempo a semente da flor se renova e ela ressuscita completamente vestida de sol, seu brilho é tão intenso que as Sombras Tenebrosas têm que recuar.

Este vínculo que a flor tem com o mundo subterrâneo é com a Mulher  Selvagem.

“Ele promete que, se cantar mas a canção, poderemos conclamar os restos psíquicos do Espírito da Mulher Selvagem e trazê-la de volta à forma  vital com nosso canto.”

Me lembro de quando eu cantava, parecia que eu saía dessa dimensão e entrava em outra.

Quando eu cantava, a impressão que eu tinha era a de que eu podia tocar com a voz cada nota musical.

Cantar, dançar, ler para mim era a mesma coisa que respirar. Quando as Sombras Tenebrosas foram me roubando cada um destes atos, nestes passos:

1ºDANÇAR      2ºCANTAR       3ºLER

Assim como “La Loba canta sobre os ossos que reuniu”. Devo cantar sobre meus ossos reunidos sobre a terra.

“Cantar significa usar a voz da alma”. Cantando uso a voz da minha alma para trazer meus ossos para cima da terra…

Assim fazendo minha flor brotar, renascer, chamando à vida.

“Significa sussurrar  a verdade do poder e da necessidade de cada um”

Sussurrando a verdade do poder e da necessidade de vida, de reviver, de voltar à vida, ressurgir.

“…soprar alma sobre aquilo que está doente precisando de restauração.”

Cantando estou soprando alma sobre meu ser que está doente, precisando de restauração.

“Isso se realiza por meio de um mergulho no ponto mais profundo do amor e do sentimento,”

Quero mergulhar no ponto mais profundo do amor e do sentimento através de uma canção.

“…até que nosso desejo de vínculo com o self selvagem transborde,”

Até que meu desejo de vínculo com meu self selvagem transborde e eu volte à vida.

“…e em seguida com a expressão da nova alma à partir deste meu estado de espírito.”

Atingir a expressão da minha alma a partir da renovação do meu estado de espírito.

Cantando sobre meus ossos, com toda minha alma, enchendo meu coração de vida.

Tenho que “descobrir e cantar o hino da criação, é um trabalho solitário, um trabalho realizado no deserto da psique.”

Tenho que descobrir, encontrar este canto dentro de mim, meu canto de ressurreição e vida.

“…seu sistema imunológico parece ser fortalecido ou debilitado pelo pensamento consciente.”

“Tudo o que tiver valor psíquico mesmo depois de morto, pode ser ressuscitado.”

“Espaço entre os mundos, Jung chamou-o inconsciente coletivo, psique objetiva, inconsciente psicóide.”

“Inconsciente psicóide: um lugar em que os universos biológico e psicológico compartilham as mesmas nascentes, talvez até mesmo se fundindo influenciando-se mutuamente.”

“É onde ocorrem aparições, milagres, imaginação, inspiração, curas.”

Cuidado ao fazer experiências para ter acesso a esse lugar: mergulhos, vivências, técnicas meditativas, etc. Muitos enlouquecem em tais experimentos.

“Cada mulher tem acesso potencial ao RIO ABAJO RIO, esse rio por baixo do reio”.

Ela chega até ele através da meditação profunda, da dança, da arte de escrever, de pintar, de rezar, de cantar, de tamborilar, da imaginação ativa ou de qualquer atividade que exija uma intensa alteração de consciência.

OS QUATRO RABINOS

                        A SAGRADA RODA DE EZQUIEL

1º Rabino: enlouqueceu

2º Rabino: extremante cínico passou a narrar o sonho que teve

3º Rabino: falava incessantemente cheio de obsessão

4º Rabino: era um poeta, pegou um papel e começou a compor

No início do mês de dezembro tive uma experiência interessante e que agora vem de encontro a esta.

Em uma “Experiência Psicóide” vivenciei tal experiência  com a “Sagrada Roda de Ezequiel”…

…e lá a figura de uma mulher aparece me abraça, me chama de amiga, diz que não estou só.

Não sei ao certo o que as outras 3 viram, porque éramos 4 na experiência. Citando algumas palavras que me lembro de cada uma delas:

1ª Mulher: parecia enlouquecida, pois urrava e se debatia.

2ª Mulher: falou incessantemente de sua extrema tristeza, rompimento

3ª Mulher: artista pegou um papel e desenhou o que viveu

4ª Mulher: Eu toquei “Aquela Que Sabe”, pois vi JESUS bem lá no alto, na abóboda do observatório, Ele disse que eu não temesse.

Que o caleidoscópio, a imensa Roda que toma todo o céu que vejo, com portas que se abrem e fecham, não podem me atingir, me fazer mal.

O caleidoscópio é gigantesco, é uma Roda enorme no céu cobrindo uma abóboda: “A Sagrada Roda de Ezequiel”.

É JESUS quem me fala que cada porta que se abre no caleidoscópio, na Roda, é uma porta para outra dimensão.

No livro a autora fala que: “Uma noite quatro rabinos receberam a visita de um anjo que os acordou e os levou a Sétima Abóboda do Sétimo Céu” Ali eles contemplam a Sagrada Roda de Ezequiel.

Eu contemplei o caleidoscópio cobrindo toda a abóboda do céu: a Sagrada Roda de Ezequiel. Os portais que se abrem conduzem a várias dimensões.

No observatório fiquei conversando com JESUS sobre o fato de estar completamente sozinha, sem amigos…

Enquanto eu ia falando com ele, a medida que eu falava ele ia me levando até vários amigos…

Vi o Cláudio e senti todo o calor da amizade dele e como ele precisa de mim, mesmo eu tendo certeza que não.

Ele me levou a vários amigos e amigas e cada vez que eu voltava, eu era recebida pela amiga que me recebeu na chegada ali em cima, como ela me abraçava!

Me lembrei dela em tanta visões que tive dentro da igreja, mas evitava comentar; quantas vezes dançou comigo, carregando seu cântaro derramando água; dessa vez sem o cântaro.

Ela me abraçou e disse que sempre está comigo, não sai do meu lado, é minha amiga, amiga eterna. Ela é tão inefável… minha natureza interna, mais profunda sempre reconheceu minha eterna amiga Sabedoria.

Vivenciar o inconsciente profundo para mim sempre foi algo normal, como se todo mundo fizesse a mesma coisa.

Me surpreendi quando descobri que nem todo mundo tem visões, fazem viagens astrais, vêem espíritos de pessoas vivas.

Para mim nunca foram traumáticas as experiências, pois tudo sempre fez parte da minha vida.

Não me lembro ao certo de que idade eu tinha quando falei com uma entidade que se dizia ser o diabo, se 5 ou 6 anos; para mim ele não significou nada.

“Sempre vivi aquilo que percebi, seja o que for encontrado nos campos elísios da minha psique.”

Me lembro da primeira vez, quando eu tinha 2 anos de idade e caminhava descalça na direção do sol nascente, em uma campina que tinha entrando no Lago Norte depois da ponte do Bragueto.

Foi a visão mais linda que tive em toda minha vida, foi quando percebi a existência de DEUS.

“-em qualquer lugar onde La Que Sabe sopre sobre nós, nos transformando.”

A SABEDORIA sempre soprou sobre mim me transformando, sempre demonstrei  que recebi este sopro: CANTANDO.

“Essa é a nossa técnica de meditação enquanto mulheres, a evocação de aspectos mortos e desagregados de nós mesmos, a evocação de aspectos mortos e desagregados da própria vida.”

Decidir “o que deve viver e o que deve morrer… permitir a morte àquilo que deve morrer, e a vida ao que deve viver”.

Tudo o que pertence ao mundo das Sombras Tenebrosas deve ficar lá, porque está vestido de máscaras, mentiras, enganos, não quer vir para a Luz para que suas obras não sejam manifestas.

A muda das mulheres, a semente das mulheres são os ovários. A semente dá origem ao mundo,… “As mulheres têm a luz da vida.”

“Quando La Loba canta, ela está cantando a partir do saber contido nos ovários, num conhecimento que vem das profundezas do corpo, do fundo da mente, do fundo da alma.”

Semente=ossos, minha flor volta a brotar, a semente dela morreu, foi morta; mas é preciso morrer a semente para que ela brote.

Meu deserto agora é um campo, minha semente descansa em repouso, pronta pra germinar.

“Conhecer os ciclos da semente significa dançar com a vida, dançar com a morte, dançar de volta com a vida.”

Chegou a hora de dançar de volta à vida, minha semente está germinando com a capacidade de transformar e de restaurar do fogo criador.

Gláucia renascendo das chamas, mais forte, mais quente, cuidado, pretende queimar e ofuscar todas as Sombras Tenebrosas.

A Quintessência da Mulher Selvagem, La Loba,  vive dentro de cada mulher pronta para uivar, dando seu grito de guerra.

“Semente, ossos representam a alma/espírito indestrutível.”

“A alma/espírito pode ser ferida, até mesmo mutilada, mas é quase impossível eliminá-la.”

“Pode-se amassar a alma e dobrá-la, feri-la e marcá-la com cicatrizes… deixar nela sinais da doença queimaduras do medo.”

“Mas ela não morre” ela foi salva por JESUS na cruz, que derramou a sua alma na morte

Por isso lhe darei a parte de muitos, e com os poderosos repartirá ele o despojo; porquanto derramou a sua alma na morte, e foi contado com os transgressores; mas ele levou sobre si o pecado de muitos, e intercedeu pelos transgressores.Isaías 53:12

“Os ossos de lobo nessa história representam o aspecto indestrutível do Self Selvagem, a natureza instintiva, a criatura dedicada à liberdade e ao que permanece incólume, que jamais aceitará os rigores e as exigências de uma civilização morta ou excessivamente civilizada.”

“Dentro de nós está o potencial de readquirir nossa carne, como a criatura que um dia fomos.”

Dentro de nós estão os ossos para que nos modifiquemos bem como ao nosso mundo.

Dentro de nós estão nosso fôlego, nossas verdades e nossos anseios, juntos eles são canção, o Hino da Criação que sempre desejamos entoar.

“Esse Self é duradouro, possui boa capacidade de recuperação e grande intuição… formado nas questões espirituais do nascimento e da morte.”

JESUS salvou minha alma na cruz, mas meu interior está destruído.

Creio em DEUS, em JESUS, no ESPÍRITO SANTO com toda minha alma, com todo o meu ser, de todo o meu coração.

“Hoje La Loba dentro de vocês está recolhendo ossos, o que ela está recriando? Ela está recriando o Self da alma.”

O Self da alma é a construtor da alma, refaz a alma, à mão.

“Elle Le hace a mano refaz.”

JESUS é o Salvador da nossa alma, mas somos nós que devemos guardá-la.

“La Loba é a guardiã da alma sem ela perdemos nossa forma.”

Devemos guardar nossa alma de todo mal, de toda Sombra Tenebrosa, se não também nos tornamos Sombras.

Sem uma linha direta com ela, diz-se que os seres humanos ficam desalmados  ou que sua alma está perdida.

Viram almas penadas em vida, Sombras Tenebrosas que invadem vidas vampirizando  o que temos de melhor: VIDA.

As Sombras Tenebrosas não têm vida, então querem destruir toda forma de vida sugando a vida, para que vire mais uma Sombra Tenebrosa.

Nosso ser interior é o nosso protetor, é ele quem nos afasta, nos protege, nosso guardião, guardião da nossa alma, é a ponte entre os universos.

Nosso ser interior é quem dá acesso ao nosso ser selvagem, a Mulher Selvagem que habita em cada mulher.

Por isso a mulher é uma “perfeita criatura instintiva”, sabe por onde caminha: meditação, psicoterapia, análise…; não importa… ela analisa seus sonhos e cria arte.”

O QUE ACONTECEU COM A VOZ DA MINHA ALMA?

QUEM CALOU MEU CANTO?

OU QUEM ROUBOU MINHA VOZ?

Ainda me lembro da noite do ensaio para a cantata de nata da igreja SNT, final de dezembro de 2005; iria ser bem simples, só com a equipe de louvor. Eu nem notei quem estava lá no ensaio.

O ensaio mais uma vez foi sofrível; quando saí foi que vi o Sombra, que veio literalmente em meu encalço.

Sombra esteve lá o tempo todo. Eu saindo da igreja evitando a pessoa dele, e ele literalmente correndo atrás de mim, dizendo que era muito importante ouvi-lo.

Eu andando na direção da minha casa, sem dizer palavra; e Sombra falando, como sempre disparado.

Atravessei na direção da CAESB, e ele atrás atentando igual ao cão; atravessei na direção do prédio e ele insistindo em um 2º exame de DNA.

Calada eu estava, calada fiquei. Deixei aquela sombra falando sozinha.

Nunca mais consegui cantar na igreja, nem em lugar algum. Aquela Sombra roubou a minha voz.

Em seguida, dias depois, tive uma dor de cabeça, coisa que nunca na vida havia tido e fui parar internada no Hospital de Base.

Pela primeira vez na vida, já era 2006, aos 44 anos tive dor de cabeça, caracterizada como enxaqueca.

Sombra também me roubou a saúde, o bem estar; me vampirizando, roubando minha fonte de vida.

Me lembrei de um sonho  que tive em 1992/1993, encontrei Relendo Antigas Agendas.

Eu era atacada por uma Sombra preta, escura, que me perseguia dentro da minha casa no B-4, da Quadra 02, onde eu morava na casa 09.

Ela diminuía de tamanho e virava uma bola preta, um círculo preto que corria pelo meu quarto atrás de mim.

Para mim tudo não passava de uma brincadeira. Uma prima minha estava comigo, a gente ria muito correndo da bola.

Até que a bola preta, a Sombra escura, grudou em mim. Eu puxava e não conseguia arrancá-la de mim.

Gritava para minha prima me ajudar, minha prima já estava me ajudando; enquanto eu a puxei sozinha, quando ela grudou no meu pé, ela subiu pelas minhas pernas,  não conseguia puxar sozinha e minha prima ajudava.

Minha prima ajudando conseguimos arrancá-la do meu útero, onde ela havia se alojado, daí ela pulou para minha cabeça, de onde não conseguimos tirá-la. Acordei tentando tirar a Sombra preta da minha cabeça.

Sombra Tenebrosa vampira, ladra, roubadora, tentou entrar na minha mente.

Em 1997, depois que encontrei terra de cemitério em minha caixa de gordura, e de levar muitos pastores e profetas na minha casa para orar e quebrar qualquer maldição.

Saí de casa e fui orar em uma igreja lá no final da Asa Sul, um profeta orou e disse que o Senhor mostrou a ele (eu nem falei do sonho, nem me lembrava), disse que DEUS mostrou: ‘Enquanto você estava vindo pra cá o Senhor me mostrou em uma visão uma mancha preta, em forma de bola, te seguindo, ela foi parar no seu útero, pois a intenção do inimigo é que você tenha um câncer.

O Senhor não permitiu, a bola negra subiu e foi para sua cabeça. O Senhor me mostrou ela tentando pescar, arrancar suas idéias, seus pensamentos.’

Ele me perguntou se no caminho para a igreja eu não tive a sensação de algo pescando as minhas idéias.

E realmente enquanto eu saía de Sobradinho, de ônibus, lá pro final da Asa Sul; houve um momento dentro do ônibus em que tive a sensação bem literal de que minhas idéias estavam sendo pescadas, roubadas, retiradas, apagadas de mim.

Ele me chamou para orar, e uma vez orado todo o mal é quebrado; quando a luz se manifesta as trevas são quebradas, elas têm que recuar, pois à luz tudo se manifesta.

Quanto roubo, quanta treva caiu sobre mim em 1997, há coisas das quais não me lembro.

Trevas essas que não aceitei, “Eu disse NÃO.”

Em um outro sonho que tive, este em 1997; o inimigo chegava em um carro de funerária na minha porta.

Eu morava no C-7 da Quadra 02, casa 33, e ele ia 3 vezes na porta da minha casa dizendo que queria falar comigo, ficava me chamando.

Eu não ia, pois não tinha nada para falar com ele.

Na terceira, ele insiste em mandar um capeta dele, um emissário das trevas, invadir a minha casa; parecia ser enorme com um enorme tridente.

Uma voz interior, em meu coração, bem dentro de mim, do meu ser interior, VOZ DO ESPÍRITO, me sussurra dizendo que a aparência dele não é verdadeira, que eu não o temesse.

Eu impus a mão e fui colocando ele para fora da minha casa em o nome de JESUS; enquanto eu ia falando, ele ia diminuindo, até virar um anão, ou um duende, e eu o jogava lá no meio da rua com o nome de JESUS e com a mão imposta; ainda ouvia o barulho do tridente dele, que virava um garfinho caindo no chão.

Desci e fui até o carro da funerária. O Senhor das Trevas, das Sombras Tenebrosas, estava em pé bem na frente do carro, dizendo que tinha algo para mim.

Disse a ele que ele nada tinha que me interessasse; nesse momento, do nada, apareceu a Karina e disse “Mas me interessa, o que ela não quer, eu quero.”

Algo bem estranho aconteceu… Ela se colocou no meu lugar e eu vi ele entrando nela e possuindo até as entranhas dela; tentei até impedir; mas ela fez uma escolha, a escolha foi dela, não pude impedir. Acordei.

Dias depois um cara invadiu minha casa, colocou uma arma na cabeça do meu filho quando ele ia chegando em casa, fez ele abrir a grade da sacada e a porta.

Eu estava tentando dormir, tão cheia de remédios, no último quarto não se ouvia nada.

Só saí de lá brigando com o meu filho, pensei que fosse mais uma das más companhias dele.

O cara não dizia coisa com coisa e ficava com as mãos para trás e eu coloquei ele pra fora em o nome de JESUS, do mesmo jeito que coloquei o capetão do sonho.

Ele saiu, foi pra pracinha, chamei a polícia que veio e foi procurar o cara.

As Sombras Tenebrosas sempre me cercando para tirar minha vida, me exaurir, me matar, me eliminar.

Em 1997 tive um blecaute, meu mundo caiu, parou literalmente, porque rompi com um grande amor, porque ele engravidou alguém.

O trato era ficarmos juntos do nosso jeito estranho até o dia em que ele engravidasse alguém, quando isso acontecesse, seria o fim.

Karina engravidou, então acabei machucando muito e me machucando.

Como meu ser interior falou comigo e o ESPÍRITO SANTO também me disse que não tinha que ser assim; mas eu fiz assim, eu fiz à fórceps e doeu demais tirar este amor de dentro de mim.

Entrei em coma por causa desse amor. Durou meses, fiquei como Jó, no pó e na cinza, mas voltei e mais forte.

Só via Sombras Tenebrosas tentando me envolver. Tive outro sonho, talvez no final de 1998/1999.

No sonho cada vez que as Sombras Tenebrosas aparecem as pessoas são envolvidas em casulos.

Eu tenho que tirar as pessoas dos casulos, pois elas ainda estão vivas, ainda não viraram sombras.

Tenho que romper os casulos com a espada, antes que eles virem Sombras Tenebrosas.

Estou cansada, quanto mais casulo rompo, tirando pessoas de dentro, mais pessoas são enclausuradas.

Muita fuga, é noite o tempo inteiro, estou tão sozinha.  Acordo cansada.

Este é o tempo em que saio da SNT, dezembro de 1998, por não concordar, nem compactuar com a nova visão.

Fundo a Renascer em Sobradinho-BsB/DF, o que não é muito diferente de outros casulos. O satanismo entra na igreja.

Volto pra SNT, 2002/2003, mais casulos, e os mesmos satanistas que entraram na Renascer/Sobradinho, agora também estão na SNT, caçoando, desfilando dentro da igreja.

“Como La Loba, nós quase sempre começamos num deserto.”

Fui parar em um deserto, não sei se fui lançada, sei que é meu lugar, pois “GLÁUCIA” é uma flor que brota no deserto da América Latina.

Está escrito: “Lavrar-se-á a terra deserta ao invés de deixá-la desolada aos olhos de todos os que passavam.” (Ezequiel 36:34)

Foi assim que as Sombras Tenebrosas me deixaram desolada aos olhos de todos os que passavam.

“Com uma sensação de perda de direitos de alienação”

Me sinto perdida, sem direitos, alienada de tudo e de todos.

“Não me sinto vinculada a mais nada”, nem a mais ninguém.

Como uma Sombra, Sombras não possuem vínculos.

“Os antigos chamavam o deserto de lugar de revelação divina.”

Mas eu vim para em um lugar de revelação divina, aqui DEUS voltou a falar comigo, voltei a sonhar.

“O deserto é o lugar em que a vida se apresenta muito mais condensada.”

É aqui onde toda minha vida será e já está sendo toda restaurada.

“As raízes das plantas se agarraram à última gota d’água, e as flores armazenam umidade abrindo apenas de manhã cedo e ao final da tarde.”

Eu sou esta flor que estou me agarrando à última gota d’água, e encontro água abundante, encontro o Rio de Vida, JESUS está comigo sempre.

Armazeno toda umidade que o Senhor JESUS me enche com seu Rio de Vida, se abro minha flor apenas pela manhã e no final da tarde é porque sempre amei o amanhecer e o entardecer, o pôr-do-sol.

Foi no final da tarde, no pôr-do-sol, o momento em que o Senhor rasgou o céu e mostrou uma parte de seu brilho intenso para mim.

“A vida no deserto é pequena, porém brilhante, e quase tudo que acontece tem lugar no subsolo.”

No interior do ser, lá dentro no ser interior, é ele quem entra em contato com o Senhor JESUS

Meu ser interior é o meu espírito que entra em contado com o ESPÍRITO, que fala com DEUS, pois DEUS é ESPÍRITO.

Meu ser interior, meu espírito é quem fala com a minha amiga SABEDORIA, minha amiga interior: MULHER SELVAGEM

Gosto  do “deserto intenso e misterioso nas suas formas de vida.”

Vivo uma vida desértica: “ínfima na superfície e imensa por baixo.”

Os Gláucias eram sacerdotes que habitavam no deserto das Américas.

Não ligo de exercer este sacerdócio, afinal meu nome é Gláucia, eu sou uma flor sacerdotisa do deserto.

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