MARCO ANTONIO VILLA, O HOMEM SEM QUALIDADES

Afonso Teixeira Filho
MARCO ANTONIO VILLA, O HOMEM SEM QUALIDADES

A direita, procurando conquistar o coração e a mente das pessoas, lançou uma intensa campanha contra a esquerda no Brasil.

Começou por encomendar livros que saíram das penas dos indivíduos mais estúpidos que o Brasil produziu, como Leandro Narloch, Luis Filipe Pondé, Olavo de Carvalho, etc;

Arregimentou para seus quadros uma série de jornalistas ou comentaristas venais, como esse Marco Antonio Villa.

Villa, professor de história aposentado da UFSCar, devia, como todo cientista, coisa que ele não é, fundamentar aquilo que fala com fontes, citações, etc. Mas não o faz.

A morte de Fidel Castro mostrou o quanto esse indivíduo é preconceituoso e o quanto ele é rancoroso e parcial.

Disse ele que o comunismo matou mais gente do que o nazismo. Tentativa de desmoralizar um sistema que promove a justiça social ou tentativa de justificar o nazismo. As duas coisas!

Não, senhor coxinha, o comunismo não matou mais do que o nazismo. Em vez de ficar lendo bobagens como O livro negro do comunismo, o senhor devia buscar fontes mais sérias e confiáveis.

Nelas verá que, apesar da repressão que houve no período estalinista, o número de mortos não alcança uma fraçãozinha do que aquele livro espúrio “documenta”.

Para se ter ideia dos absurdos, como comprovar que houve 2 milhões de mortos no Campuchea? Um quarto da população? Você já pensou no custo disso? No custo financeiro de uma operação de repressão como essas? Teria um país miserável como o Campuchea a mesma capacidade de repressão que a Alemanha Nazista, a maior força militar da Europa?
E os 100 mil mortos do regime cubano? Como se comprova isso? Cem mil mortos? Um por cento da população? Cinco execuções diárias? Faça-me o favor.

Diz o Livro negro que o comunismo matou 100 milhões de pessoas. Em 70 anos. Quatro mil pessoas por dia. Não há nem possibilidade nem fundamento uma afirmação como essas.
Só de passagem, a maioria desses “registros” é baseada em estimativas.

A alegação: em um regime fechado não é possível contabilizar a repressão. Vale a pergunta: Então, como contabilizaram? Nem Deus explica.

Mas a venalidade de Marco Antonio Villa é fácil de explicar: mercadoria barata.

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